O Clube de Investimentos CJE/FF surgiu com base nas alocações teóricas realizadas no Comitê de Investimentos, tendo como base a Macro e o Equity Research, explicados mais a fundo no próximo tópico. Utilizamos, principalmente, o método Fama and French Three Factor Model para fazer a precificação dos ativos expandindo o método tradicional, o CAPM*. Acrescentamos também o tamanho e fator valorativo no risco de mercado durante a precificação, o que garante maior veracidade nas medidas. Dessa forma, os consultores analisam quais ativos estão com valor de mercado abaixo do seu valor agregado e fazem alocações de acordo com essa análise.

É digno de nota que a CJE é a primeira consultoria júnior do país a participar ativamente de reuniões referentes a manutenção de um fundo de investimentos. É importante ressaltar que o Clube de Investimentos CJE/FF Invest tem como objetivo principal o aprendizado e a aplicação de teorias aprendidas no curso de graduação. Os consultores da empresa que participam do projeto têm a oportunidade de vivenciar alocação das ações, participar e organizar as reuniões para prestação de contas com os clientes. Todas as alocações são planejadas e estruturadas de acordo com as análise de precificação dos ativos e do cenário macroeconômico geral. Esse projeto é feito em parceria com a corretora Concórdia, que oferece possibilidade também de estágio nas férias para os membros da CJE.

É importante ressaltar que o apoio e auxílio de professores da FGV foi fundamental para entrarmos em contato com investidores e parceiros. Todas as alocações e decisões são discutidas e avaliadas no Comitê de Investimentos sobre a mira do tutor e professor Paulo Tenani.


O objetivo principal do CJE/FF é complementar a teoria e a atividade acadêmica com os reais desafios da gestão de investimentos. Assim, nasceu o CJE/FF, em julho de 2013, com a implementação do portfólio modelo FAMA/FRENCH com graduais adaptações para o Brasil. Trata-se de um projeto em constante evolução e aperfeiçoamento em função de diversos desafios trazidos pela prática e pelas próprias idiossincrasias do mercado brasileiro. Estou certo de que muitos dos problemas e desafios encontrados pelos consultores ao longo destes anos não seriam identificados e muito menos solucionados, caso o portfólio fosse apenas teórico.”

CAIO VILLARES
Diretor da Concórdia Corretora



Dentro da CJE, tive a oportunidade de colocar em prática o que aprendi na faculdade e obter conhecimentos que não teria na graduação. Como coordenador do CJE/FF, tive contato com desafios reais de gestão de investimentos e pude desenvolver habilidades que serão importantes para a minha carreira profisional.”

LUCAS YAMAMOTO
Ex-Coordenador do Projeto CJE/FF

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